O que se é.
Isso é que faz sentido.
Isso é que faz a gente ser a gente e não o outro.
Ter certeza de quem somos e, principalmente, o que não somos não é fácil, não.
Mas é imprescindível.
É preciso nos conhecer desde o início.
Saber dos nossos princípios.
É preciso tomar conta dos nossos universos.
Cercar direitinho.
Limpar folha caída.
Remover o que não presta.
Proteger esse frágil limiar de ser.
Cuidar.
Cuidar em si para ser mais e melhor.
Mudar sim, mas só para continuar sendo apenas quem somos.
E eu, apenas isso:
Mais verdade do que pudor.
Mais carne do que osso.
Mais intensidade do que razão.
Mais alma do que corpo.
Eram dias de puro cinza;
Depois de um longo tempo fora, ela voltou assim:
Queria e queria agora, mas nenhuma mudança;
Ela queria o de sempre.
Ela sonhava acordada com mil cores,
Sol amarelo, céu azul, nuvens brancas... um dia cheio de sorrisos
Queria a delicia do dia ensolarado.
Mas não era assim ... o dia era cinza ...
Ela perdida em pensamentos,folheava velhas lembranças guardadas dentro de um livro.
Aquela ausência que pintou tudo de cinza logo ia se dispersar.
Assim queria, assim esperava - ansiando pela trégua da água e pelo céu limpo.
Se lembrava nesses momentos, do que ela tinha sido.
Chegava por vezes a se olhar no espelho,
para ver se no fundo dos olhos ainda tinha algo daquela antiga pessoa.
Antigamente ela era tempestade... hoje queria ser leveza, talvez não durasse muito,
pois ela conhecia a força da correnteza dos dias,
Mas hoje ela só queria mesmo um simples dia de sol.
Nesses dias chuvosos, só sentia nostalgia...
Do tempo que era criança e corria brincando debaixo da água.
Jogar as folhas da árvore nas enxurradas, como se fossem barquinhos de papel.
Antigamente a chuva lhe era diversão garantida.
Gostava de relembrar – reviver.
Hoje os dias assim, eram bons para curtir o aconchego de um edredom,
vendo um filme bom.
Em dias assim... cheios de chuva, os abraços ainda descansavam perdidos pela casa,
Na mesa do café... beijos dados eram deixados,
para que sempre ao passar por ali, todo o amor fosse lembrado;
Como uma fotografia que grava aquele momento lindo que não se quer esquecer.
As alegrias, assim que acordavam, iam rolando de dentro dos olhos
e escorregavam pelo chão; palavras soltas enfeitavam as paredes;
E a música do velho violão inundava de vida a casa.
A verdade é que o presente era tão doce, que não tinha porque se esconder no passado.
Queria estar sempre ali, com os pés no chão...
aproveitando cada segundo dessa vida maravilhosa.
Lá fora a chuva e os pingos que incessantemente caiam pela janela,
o Sol ainda desaparecido e o pouco frio;
Faziam a vida acontecer em tons de cinza.
Mas só do lado de fora do coração daquela moça.
Por dentro dela, o sol brilhava e o dia era eternamente azul.
( Van Oliveira)
com frases soltas da Luciana
com frases soltas da Luciana
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Depois de uns dias de descanso, onde tudo que planejamos
se desfez com a água (rsrs)
Afinal tudo o que queríamos fazer nesse fds prolongado,
era para ser feito na companhia do sol.
Planejamos praia, mas não conseguimos alugar casa encima da hora.
Então pensamos em outras opções maravilhosas...
Queríamos cachoeira, um clube ... mas a chuvinha não deu trégua por aqui.
A cidade que sempre faz tanto sol, virou pura chuva.
E a curtição ficou sendo em casa mesmo...
filminhos, visitinhas, brincadeiras.
(de modo algum ruim)
A casa mais em ordem e muito descanso.
...
As viagens para praia e cachoeira ficaram para o fim do mês.
Hoje a música não complementa o texto,
mas a descobri nesses meus dias de descanso.
E como sou apaixonada pelas 2 resolvi postar a música para vocês.
Luiza e Zizi Possi _Cacos de Amor ***
Tenho certeza que vão gostar da canção.
Cacos de Amor
(Luiza e Zizi Possi)
*
Casos de amor
Cacos de vidro na areia
Cacos de vida no chão
Parte de mim
Acha que o tempo passou
Outra diz que não
Será que você ainda lembra de mim como eu quero
Será que o mar que guardou destruiu o castelo
De conchas e cacos de amor
Olha
No brilho de uma estrela que já não existe
É lá que meu amor te vê e ainda insiste
Como se calculasse um mapa astral
Juro
Eu não te quero mais como eu queria
Se o coração me ouvisse não andava assim
Pisando em cacos de amor
Casos de amor
Cacos de vidro na areia
Cacos de vida no chão
Parte de mim
Acha que o tempo passou
Outra diz que não
Será que você ainda lembra de mim como eu quero
Será que o mar que guardou destruiu o castelo
De conchas e cacos de amor
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Vou tentar visitar ainda hoje os blogs que sigo e adoro...
retribuir todo o carinho que recebi, mesmo estando ausente.
Obrigada queridos, pelos recadinhos amorosos sempre.
E continuo por aqui na contagem regressiva...
( 3.2 aí vou eu rs )
Uma semana maravilhosa para todos nós.
Beijos ***














